terça-feira, 24 de junho de 2008

Veja um pouco da Vinha em Recife

Abaixo um sideshow que mostra um pouco do que está acontecendo na Comunidade Roda de Fogo em Recife, PE

Encontro de Pastores em Piratininga


Nos dias 20 a 22 de junho aconteceu em Piratininga, SP, um encontro regional de pastores, líderes e plantadores de igrejas do Movimento Vinha Brasil. As comunidades representadas foram Piratininga, Bauru, Vila Dutra, Mogi, Campinas, Catanduva (SP, Itaperuçu (PR) e Recife (PE). O foco da reunião foi comunhão, mas também foram esclarecidos os novos passos da Equipe de Lideranca Nacional e discutidas necessidades e oportunidades de treinamento. Para ver as fotos clique aqui.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

A implantação de igrejas no Brasil


Por Eunice Zillner

O censo de 2000 constatou que 15% da população brasileira era evangélica. Fazendo uma projeção para o final de 2003, hoje somos 18%. Em nove anos (1991 a 2000), o número de brasileiros que se declaram evangélicos dobrou. Se o mesmo ritmo de crescimento constatado na última década se repetir, ousamos afirmar que até o ano 2022 o Brasil se tornará 50% evangélico.
Na década de 1980, o grupo religioso que cresceu mais rapidamente foi o das pessoas sem religião ou sem declaração de religião. Nos anos 1990 foram os evangélicos. Isto pode indicar que ser evangélico está se tornando uma opção mais aceitável dentro da sociedade brasileira.

A pesquisa é uma ferramenta cuja eficiência tem sido bem reconhecida nos últimos tempos. Pesquisa-se para abrir uma loja, para lançar um produto, para eleger nossos governantes, etc. A Igreja Evangélica no Brasil também tem feito proveito dessa ferramenta e se conscientizado da sua grande utilidade. A partir de seus resultados, procuramos elaborar estratégias de implantação de novas igrejas onde ainda não existem, evitando desperdiçar energia e recursos ao abrirmos igrejas de denominações diferentes uma ao lado da outra, por exemplo, enquanto outros bairros são esquecidos.

"Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido, de forma que não estivesse edificando sobre alicerce de outro." (Romanos 15.20)

Partindo de dados fornecidos pelo IBGE e de pesquisas realizadas em diversas cidades do Brasil, o departamento de Pesquisas da Sepal e o Projeto Brasil 2010 fornecem aqui alguns resultados de pesquisas para o leitor de Teologia Brasileira:

1) Onde estão os evangélicos?

A presença evangélica varia muito conforme a região do país. Em alguns estados temos índices inferiores a 10%, em outros, mais de 20%. A região Sul do Brasil tem um crescimento pequeno: de 3 a 6% nos diferentes estados. A região Nordeste é a única região do Brasil que ainda possui estados que apresentam uma porcentagem menor do que 10% de evangélicos. Na região Norte temos os estados com as maiores porcentagens de evangélicos, ao lado do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

2) Situação da Igreja Evangélica no Brasil

Existem aproximadamente 150 mil igrejas evangélicas de todos os tipos. Entretanto, pesquisas de campo mostram que aproximadamente apenas um terço dos evangélicos estão nas igrejas num domingo típico.
Em 1993, durante o Congresso Brasileiro de Missões, realizado em Caxambu-MG, nasceu o Projeto Brasil 2010. Vários pastores, representando diversas igrejas, ficaram comovidos com relatos sobre o crescimento de igrejas em outros países e resolveram adotar e promover uma estratégia para uma persistente, contínua e marcante implantação de igrejas no Brasil. Tal Projeto envolve um trabalho de oração, pesquisa e mapeamento e tem encorajado pastores e líderes a plantarem novas igrejas no Brasil, em regiões onde o Evangelho ainda não é bem conhecido. Para o Brasil ser considerado um País alcançado, estima-se que seria necessário 100 mil novas igrejas evangélicas implantadas em lugares estratégicos.

3) Algumas observações sobre a Igreja Evangélica Brasileira e suas dificuldades

Cada região do País tem seus próprios desafios. Está comprovado que pelo menos 80% das pessoas em cada região não tem nenhuma participação na Igreja.

A. As regiões Norte e Centro-Oeste têm a maior presença evangélica

B. As regiões Nordeste e Sul, de outro lado, têm a menor presença evangélica

C. O Sudeste tem os grandes desafios que vêm com a urbanização e a concentração de população

A Igreja Evangélica do Brasil não é bem distribuída. Em todas as cidades e áreas rurais pesquisadas, foram encontrados lugares com muitas igrejas ao lado de outros com poucas.

A. As regiões urbanas têm experimentado maior crescimento que as áreas rurais.

B. A Igreja tem crescido mais entre os pobres do que entre os ricos

Vários grupos étnicos não foram ainda alcançados (tanto imigrantes quanto tribos indígenas)

4) Soluções propostas

Deus está trabalhando muito no Brasil e a Igreja está crescendo. A Igreja ainda tem muito por fazer; foi abençoada por Deus e tem muito para oferecer como bênção. Isto indica a necessidade de uma responsabilidade missionária para alcançar as partes do Brasil que não estão sendo alcançadas naturalmente (áreas rurais, grupos étnicos, bairros esquecidos, etc.) , bem como os confins da terra.

Precisamos:

a. Identificar os lugares que ainda não foram alcançados

b. Treinar líderes para as igrejas já existentes e para as que vão surgir

c. Motivar as igrejas a plantar novas igrejas em lugares estratégicos

d. Implantar no mínimo 100 mil novas igrejas

e. Mobilizar missões para os grupos que não serão atingidos naturalmente

Conclusão

Como vimos, Deus tem abençoado muito nosso País. Seria muito bom se todas as denominações evangélicas se unissem no amor de Cristo, deixando de lado questões insignificantes, e mirassem o alvo mais nobre: realizar a tarefa de ganhar esta nação para Cristo.


Eunice S. Zillner é Coordenadora Nacional de Pesquisas do Projeto Brasil 2010

Fonte: Portal Teologia Brasileira

terça-feira, 10 de junho de 2008

InterVinha Xingu: Depoimento do Clenildo



Clenildo, pastor da Vinha em Altamira e um dos coordenadores do Movimento VinhaBrasil, fala do relacionamento com a Vineyard.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Quem somos de verdade


por Milton Lucas

Há duas semanas estive na região Xingu participando de um encontro de líderes do Movimento Vineyard e visitando nossas igrejas em Altamira. É sempre inspirador encontrar com meus irmãos Rick, Clenildo, Elba, Richie e tantos outros pastores brasileiros, canadenses e americanos que estão conquistando aquela região para Jesus.

Nesta viagem particularmente três histórias causaram um grande impacto em mim. Rick e Deanna os pioneiros da Igreja da Vinha na região, hoje com mais de 40 comunidades implantadas e mais de mil pessoas alcançadas só na cidade de Altamira, estão de malas prontas para começar tudo de novo em Marabá, a quinhentos quilômetros de distância. Cleudo, que conheci durante seu batismo há quatro anos em minha primeira viagem para aquelas bandas, hoje é o pastor de uma igreja na comunidade onde mora. Tim, um dos missionários americanos recém chegados, é medico e está lutando para conseguir sua licença para clinicar, enquanto isso atua como um agente de saúde. Ele alimentava por mais de dez anos o sonho de deixar sua terra e servir em missões. Agora com Betsie sua esposa e seus quatro filhos terá que aguardar três anos para ter sua licença por aqui, correndo o risco de perder sua licença nos Estados Unidos por conta de sua ausência.

Estas e outras tantas histórias demonstram o coração voltado para Deus e para seu Reino que governa a vida destes irmãos. Elas me fazem pensar a respeito do que o apóstolo Paulo diz em 2 Coríntios 5.14 à 6.2, especialmente no que diz respeito à nossa identidade:

1. SOMOS MOVIDOS PELO AMOR. É o amor demonstrado por Jesus, dando sua própria vida por nós, que nos motiva e nos move a viver a vida do Reino.’… o amor de Cristo nos constrange’.

2. VIVEMOS PARA DEUS E NÃO PARA NÓS MESMOS. O desafio de Paulo é ‘… para aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos…’ mas que vivam para aquele que deu sua própria vida por eles.

3. SOMOS NOVAS PESSOAS. Agora que estamos em Cristo, somos novas criaturas. Novos interesses, novos sonhos, novos desafios.

4. SOMOS MENSAGEIROS DE UMA IMPORTANTE NOTÍCIA. Ao entrarmos no Reino recebemos o ministério de reconciliação e a partir de agora vivemos para reconciliar outros, dando a eles a grande notícia de que o Reino está aberto para eles também.

5. SOMOS REPRESENTANTES DO CÉU NA TERRA. Somos embaixadores de Cristo e aqui representamos os interesses do céu. Trazemos o céu à terra, através das nossas vidas, das nossas famílias, empregos, negócios e relacionamentos.

6. SOMOS APAIXONADOS POR NOSSA MISSÃO. A forma como Paulo aborda os seus é: ‘por amor a Cristo lhes suplicamos: reconciliem-se com Deus’. Ao anunciarmos a mensagem não fazemos por obrigação, mas sim por que o amor de Cristo nos envolve de tal forma que funciona como uma súplica interior extravazando por nossos lábios. É paixão por Jesus, pelo Reino, por pessoas.

7. SOMOS COLABORADORES DE DEUS NA TERRA. Ou seja co-laboramos, trabalhamos junto com Deus. Ele escolheu fazer de nós seus braços, suas pernas, seus ouvidos e sua boca para alcançar e tocar a vida das pessoas.

8. SOMOS RESPONSÁVEIS PELO NOSSO CHAMADO. ‘para não receberam em vão a graça de Deus’. Estas palavras nos desafiam a não permitir que o sacrifício de Jesus seja em vão em nossa vida e nem tampouco na vida de outros. Sabemos o que a graça de Deus significa e isso nos traz responsabilidade e zelo por nossa tarefa.

9. SOMOS TODOS MISSIONÁRIOS. Não se trata de termos uma missão, mas de sermos possuídos por ela. ‘Agora é o dia da salvação’. Este é grito que emana das nossas vidas vividas à luz do Reino de Deus. O dia todo, em qualquer lugar essa é a nossa mensagem e a nossa esperança.

É uma honra para nós sabermos que uma parte da nossa família cristã está no Xingu vivendo estas verdades de forma tão clara. No entanto, o nosso desafio é vivermos estas mesmas verdades aqui, hoje e agora. Não basta contarmos e celebrarmos as histórias de outros, Deus está escrevendo a nossa. Que as histórias que ouvimos nos encorajem e nos inspirem. Que o Reino de Deus venha sobre todos nós e também que ele avance através das nossas vidas.

Milton Lucas é pastor da Comunidade Vineyard de Piratininga e um dos líderes do Movimento Vineyard no Brasil.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

InterVinha Xingu 2008



Nos dias 21 a 24 de maio aconteceu em Altamira, PA o InterVinha 2008, nosso Encontro Nacional de Pastores e Líderes.

O tema do nosso encontro foi 'Conhecendo nosso valores' e os preletores foram:

Clenildo (Altamira, PA)
Celso Tavares (Belo Horizonte, MG)
Danny Meyer (Columbus, OH)
Milton Lucas (Piratininga, SP)
Roger Williams (Atascadero, CA)
Rick Bergen (Altamira, PA)
Elba Dollan (Altamira, PA)

Além de adoração e ensino, tivemos momentos inesquecíveis de comunhão ao redor da mesa, nadando, pescando, jogando futebol e volei, enfim, simplesmente curtindo a oportunidade de reunir a família.

Nossa teologia

A estrutura teológica da Vineyard
Por Don Williams

A “Declaração de Fé” da Vineyard representa a principal corrente, o Cristianismo histórico. Ela é composta de muitas fontes. Primeiramente, as declarações de fé (credos) dos pais da Igreja. Nós cremos na Trindade, um Deus que subsiste em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo; e nas duas naturezas do Cristo encarnado, completamente divino e completamente humano ao mesmo tempo (Deus e Homem).

Em segundo lugar, como herdeiros da reforma, nós concordamos com Lutero, “que somente Ele pode fazer distinção entre a Lei e o Evangelho”. Deixamos de lado a salvação pelas obras e a mediação da Igreja, e concordamos somente com a “Justificação Pela Fé” do Apóstolo Paulo. Como os reformadores, nós concordamos que os “Papas e os Concílios podem errar”. Assim, nós aceitamos as Escrituras do Velho e Novo Testamentos como a Palavra de Deus escrita, como a única e absoluta autoridade para a Igreja. Apenas a Escritura (Sola Scriptura) é a regra final de fé e prática. E como os Reformadores, nós sabemos que “o nosso antigo inimigo permanece, sempre procurando nos desanimar na obra” (Lutero). A batalha espiritual faz parte da nossa realidade neste mundo. Enquanto vivemos no reino de Cristo, nós batalhamos contra o reino de satanás, sabendo que a vitória já foi ganha. É como Lutero cantava, “Deixe que os bens e os familiares se vão. Esta vida mortal também. O corpo eles podem matar. A verdade de Deus permanecerá. O seu reino é eterno.”.

Em terceiro lugar, nós abraçamos as idéias do Avivamento Evangélico do Século 18, conduzido por João e Carlos Wesley. Nós cremos na necessidade de uma conversão pessoal a Cristo por meio do “novo nascimento”, promovido pelo Espírito Santo, e na santidade pessoal como seu fruto obrigatório. O caráter de Cristo e as obras do reino: alcançar os perdidos, curar os enfermos, servir os pobres, trazer a justiça aos oprimidos, vem por meio desta obra transformadora. Como Dietrich Bonhoeffer escreveu, “Apenas aqueles que crêem podem obedecer, e apenas os que obedecem podem crer”.

Em quarto lugar, como herdeiros do “Grande Século das Missões Mundiais” (o século 19), e crendo que a “Grande Comissão” permanece, isto nos faz ser uma ‘Comunidade Missionária’, propositalmente. O chamado para a conversão e plantação de Igreja não é opcional. Como um movimento, nós existimos para trazer as nações á Cristo.

Em quinto lugar, nós também somos herdeiros dos avivamentos pentecostais e carismáticos do século 20. Nós recebemos bem esse fluir do Espírito na Igreja, enquanto permanecemos solidamente tradicionais em nossa teologia. Como a nossa “Declaração de Fé” diz: “Nós cremos no preenchimento ou na capacitação do Espírito Santo, freqüentemente como uma experiência consciente a fim de ministrarmos hoje. Nós cremos no ministério atual do Espírito Santo e…na prática...de todos os dons bíblicos do Espírito Santo”. Isto nos leva a uma ação: “Nós praticamos a imposição de mãos para a capacitação do Espírito, para a cura, e para o reconhecimento e capacitação daqueles a quem Deus ordenou para conduzir e servir a Igreja”.

Em sexto lugar, o “Movimento de Teologia Bíblica” nos ensina muito. Nós vemos que a fé no Novo Testamento é uma questão completamente “escatológica”. Isto significa que nós não estamos simplesmente esperando pelo fim das coisas, nós estamos vivendo essa época. A consumação das coisas já se iniciou com a vida, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo e o derramamento do seu Espírito no Pentecostes. Nós vivemos na tensão do reino que virá e que está vindo, do ‘já e não ainda’. Nós crescemos em santidade e plantamos igrejas sabendo que o reino está aqui, mas não na sua plenitude.

HISTÓRIA DA REDENÇÃO
A nossa “Declaração de Fé” oferece não apenas uma clara estrutura teológica, mas também a “História da Redenção”. Talvez antecipando a ênfase do Pós-Modernismo nas histórias, nós também temos uma história para contar. É a história do Reino, ou melhor dizendo, a estrutura da Trindade (como no Credo dos Apóstolos), que nos leva á nossa Declaração.

NÓS CONFESSAMOS
Ela confessa o Único Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, como o verdadeiro e terno Deus, que é também criador e dominador de todas as coisas. E imediatamente somos levados ao tópico da rebelião de Satanás no céu e o seu contra-reino contaminando este mundo bom. Através da tentação que sofreram, os nossos pais “caíram da graça, trazendo pecado e enfermidade sobre a terra”. Como resultado disso, “Seres humanos nascem em pecado, sujeitos ao julgamento de Deus, que é a morte, e cativos do reino Satânico das trevas”.
Mas Deus continua dominando o Universo. Portanto, Deus agiu para reverter os efeitos da queda ao estabelecer seu pacto incondicional com Abraão, prometendo bênçãos para as nações ao libertar Israel da escravidão do Egito e dando a Lei por intermédio de Moisés. É seu propósito nos convencer do pecado e nos trazer “a Cristo para a salvação”. Depois, Deus estabeleceu um pacto incondicional com Davi, prometendo-lhe uma descendência que reinaria para sempre. Isto se cumpriu em Cristo, o Filho de Deus encarnado que é da linhagem de Davi, que restabelece o reino de Deus sobre Israel e o estende ás nações.
No Credo dos Apóstolos, Jesus é descrito como o Filho de Deus “concebido pelo Espírito Santo,nascido da virgem Maria”. Mas a nossa “Declaração de Fé” não apenas cita a sua encarnação e expiação, mas também o seu ministério do reino. “Jesus foi ungido como Messias de Deus e cheio do Espírito Santo, inaugurando o Reino de Deus sobre a terra, sobrepujando o reino de Satanás pela sua vitória sobre as tentações pregando as boas novas de salvação, curando os enfermos, expulsando demônios, e ressuscitando os mortos. Reunindo seus discípulos, Ele reconstituiu o povo de Deus como sua Igreja para ser instrumento de Seu Reino”. Isto é crucial para a identidade da Vineyard. Jesus prega e ministra o reino, treina os discípulos para fazer o mesmo e repassa isso a cada geração da Igreja. E nós estamos nesta seqüência!
Através da “Declaração de Fé”, o ministério de Jesus atinge o clímax na sua morte e ressurreição. O significado da sua morte está classicamente expresso: “Em sua vida sem pecados e perfeita Jesus cumpriu as normas da lei, e em sua morte expiatória na cruz Ele recebeu o julgamento de Deus pelo pecado, o qual nós merecemos como ofensores da lei. Pela Sua morte na cruz Ele também desarmou os poderes demoníacos”. Agora Jesus é o Rei Soberano: “A aliança com Davi foi cumprida com o nascimento de Jesus proveniente da casa de Davi, seu ministério Messiânico, sua gloriosa ressurreição da morte, sua ascensão aos céus e seu governo atual à direita do Pai. Como Filho de Deus e herança de Davi, Ele é o eterno Rei e Messias, avançando o Reinado de Deus através de todas as gerações em todas as extremidades da terra hoje”.
Depois disso, a “Declaração de Fé” fala do derramamento do Espírito Santo no Dia de Pentecostes. “O Espírito traz a permanente ratificação da presença de Deus para nós para adoração espiritual, santificação pessoal, edificação da igreja, capacitação para o ministério e confrontação do Reino de Satanás, através da evangelização do mundo pela proclamação da palavra de Jesus e realização de sua obra”. Este ministério atinge o seu ápice com o glorioso e visível retorno de Cristo, com a destruição de Satanás, a ressurreição dos mortos e o julgamento final. Então, “Finalmente, Deus vai ser tudo em todos e seu Reino e Seu domínio serão completos nos novos céus e nova terra, recriados pelo Seu poder, onde Sua retidão habita e na qual Ele será adorado eternamente”.

CONCLUSÃO
A “Declaração de Fé da Vineyard” é também a sua “História de Fé”. Através de toda a Bíblia, Deus é o Rei, reinando por meio do seu Reino. A nossa Teologia identifica a extensão da revelação Bíblica da eternidade ao tempo, da criação á consumação. Ela enfatiza nossa identidade e nos educa na verdade. Ela nos protege da heresia e idolatria, e nos fortalece para o sofrimento e perseguição neste mundo caído. Ela também nos faz proclamar a nossa “Grande História”, a nossa “narrativa”. Conforme confessamos a nossa fé, e somos inseridos na sua história, isso reforça a nossa adoração e se torna uma arma de Guerra na nossa batalha para derrotar o reino de satanás, para subvertermos os sistemas mundanos e proclamarmos que “só Jesus é o Senhor”. “A Grande História” do reino se mistura com a nossa pequena história e descobrimos que fomos criados para isso! Ao vivermos a nossa fé, em proclamação e demonstração, nós contribuímos para o crescimento da Igreja. Através dos “sinais e maravilhas”, da evangelização do pobre, da cura dos enfermos, da expulsão dos demônios e da luta pela justiça, nós confrontamos a mentalidade secular e manifestamos a intenção de Deus em restaurar completamente esta criação decaída quando Cristo retornar. Assim, nós respondemos a pergunta: “Por que a Vineyard”?

Don Williams é um dos teólogos mais respeitados do Movimento Vineyard

Tradução: Maurício Boehm

Nossas prioridades

ADORAÇÃO
Nós desejamos adorar a Deus com o todo nosso ser. Nós queremos Jesus no centro como nosso Senhor. Nós temos fome da plenitude do Espírito Santo... Sua glória repousando sobre nós. [1]

Nós desejamos desenvolver através do Espírito Santo um estilo de adoração que seja íntimo, dinâmico, atual e transformador de vidas. [2]

DISCIPULADO
Nós queremos ouvir a Palavra de Deus ensinada de forma prática e inspirativa, em conjunto com Sua atual palavra profética. [3]

Nós queremos ouvir e obedecer a Palavra de Deus a nós... queremos ser “praticantes da Palavra” que estão sendo transformados à semelhança de Cristo. [4]

COMUNHÃO
Nós somos a família de Deus, um só corpo em Jesus Cristo, ligados como irmãos e irmãs eternamente. [5]

Nós buscamos desenvolver juntos amizades reais, íntimas e edificantes, gerando uma aliança de amor, mútua responsabilidade e fidelidade. [6]

MINISTÉRIO
Nós cremos que todos os cristãos são chamados para servir a Cristo no poder do Seu Espírito, de forma que a Igreja local seja edificada. [7]

Nós somos chamados para cumprir o ministério de Cristo no mundo hoje, por exemplo:

• Pregando o Evangelho do Reino [8]
• Persuadindo pessoas a arrependerem-se e crerem em Jesus [9]
• Curando enfermos
• Cuidando dos pobres e necessitados [10]
• Aconselhando aqueles que precisam da sabedoria de Deus [11]
• Ensinando os crentes a seguir Jesus [12]
• Dando nossos recursos para a obra de Cristo [13]
• Treinando cristãos para servirem ao Senhor [14]

TREINAMENTO
Nós cremos que todos os cristãos deveriam ser treinados para “fazer a obra de Cristo”. [15]

Nós somos comprometidos com o modelo de “falar e mostrar” e com o treinamento “em ação”, em que as pessoas em treinamento são introduzidas a cumprir as funções do ministério junto com pessoas experientes, que irão acompanhá-las durante e após a experiência de treinamento. [17]

Nós almejamos proporcionar treinamento para todas as áreas de responsabilidade na vida cristã e ministério. [18]

MISSÕES
Nós almejamos renovar, ajudar e desenvolver Igrejas enviando pessoal treinado em viagens ministeriais de curto prazo. [19]

Nós almejamos edificar a Igreja de Jesus Cristo enviando pessoal treinado para plantar Igrejas ao redor do mundo. [20]

Referencias:
1 Filipenses 3:3; Hebreus 13:15; Salmo 42:1-2; João 4:24; Salmo 63:1-5; Romanos 12:1
2 I Pedro 2:4; Efésios 2:19-22; I Coríntios 14:26
3 Romanos 15:4; II Timóteo 3:16-17; I Coríntios 14:26
4 Mateus 7:24-27; Tiago 1:22
5 João 17:20-23; Romanos 12:3-5
6 Hebreus 3:12-14; Filipenses 2:3–5; Efésios 4:11–16; Colossenses 3:12-15
7 I Pedro 4:10-11; I Coríntios 12:4-7; Atos 1:8
8 Mateus 10:7
9 Mateus 28:18-20: II Coríntios 5:11; Colossenses 1:28
10 Mateus 10:8
11 Mateus 19:21
12 Colossenses 3:16
13 I Coríntios 11:1
14 Lucas 6:38
15 Efésios 4:11-12
16 Mateus 28:18-20; II Timóteo 2:2
17 Lucas 11:1-4
18 Efésios 4:11-16
19 Mateus 10:5-15; Lucas 9:1-6; Lucas 10:1
20 Apocalipse 5:9-10; Romanos 15:20

Nossos valores

1. Nós valorizamos a busca por Deus. Estamos famintos de conhecer a presença de Deus, ouvirmos Sua voz e seguí-Lo firmemente. [1]

2. Nós valorizamos a semelhança de Cristo. Desejamos que através do poder do Espírito Santo o amor, misericórdia, graça, verdade, pureza, poder e integridade de Jesus possam brilhar através de tudo o que somos e fazemos. [2]

3. Nós valorizamos a liderança do Espírito Santo. Honramos Jesus como nosso Cabeça e o Espírito Santo como nosso Conselheiro e o Administrador de nossas igrejas. Nós buscamos ser ativamente responsivos á liderança diária do Espírito Santo em nossas vidas pessoais e ministérios da igreja local. [3]

4. Nós valorizamos a oração. Cremos que a oração é essencial, porque é nosso meio primário de comunhão com Deus, e porque é essencial para nossas vidas pessoais e ministérios na Igreja local. [4]

5. Nós valorizamos o discipulado. Nosso objetivo é ensinar todos os crentes a crer nas palavras de Jesus, obedecer aos Seus mandamentos e fazer Sua obra. Nós almejamos primeiro crescer como discípulos de Cristo, e depois fazer com que outros sejam seus discípulos. [5]

6. Nós valorizamos o Reino de Deus. Almejamos nos mover nos sinais do presente cumprimento do Reino, invocando a poderosa presença do Espírito Santo, ministrando através dos dons espirituais e vendo Deus curar e operar maravilhas. [6]

7. Nós valorizamos a misericórdia de Deus. Cremos que a misericórdia é fundamental para tudo que Deus faz em salvação. Nós, portanto, almejamos estender misericórdia ao próximo e a todos que ministrarmos. [7]

8. Nós valorizamos a integridade. É importante para nós, o falar a verdade, negociar honestamente e viver retamente. [8]

9. Nós valorizamos a liderança que serve. Cremos que Cristo tem colocado significante autoridade e liderança nas mãos do pastor e outros líderes. Nós almejamos exercitar esta autoridade com humildade, abnegação, graça, cuidado pelas ovelhas e um sincero desejo de edificar o Corpo de Cristo. [9]

10. Nós valorizamos o indivíduo, solteiro ou casado, e queremos gerar e apoiar relacionamentos maduros e desenvolvimento familiar. [10]

11. Nós valorizamos a unidade. Estamos convencidos que todos os que pertencem a Cristo são um em seu corpo, a Igreja. Nós almejamos manter a unidade honrando todos que foram chamados em Jesus, procurando reconciliação com todas as partes da igreja. [11]

12. Nós valorizamos os relacionamentos. Somos honrados com toda pessoa que Deus acrescenta á Vineyard. Nós almejamos trabalhar juntos para edificar a Igreja através do cultivo do respeito mútuo, comunicação ampla, cooperação determinada e crendo e falando o melhor a respeito uns dos outros. [12]

13. Nós valorizamos a realidade. Almejamos andar no Espírito e ver as reais obras sobrenaturais de Deus. Queremos também trabalhar no plano natural baseados na liderança de Deus em conjunto com pensamento relacional excelente e afinado. [13]

14. Nós valorizamos a simplicidade. Desejamos não fazer nada com “objetivo religioso” mas antes operar com naturalidade, e espontaneidade. Nós desejamos fazer o ministério de Cristo com alegria. [14]

15. Nós valorizamos ser cultura contemporânea. Almejamos desenvolver uma atmosfera de conforto, e, falar, agir e nos vestir de forma que nossa cultura possa responder a nós de forma positiva. Por exemplo, nós refletimos este valor através da música de adoração que tem estilo popular. [15]

Referencias:
1 Salmo 63:1-3
2 Efésios 5:2
3 Gálatas 5:5; Romanos 8:14
4 I Tessalonicenses 5:16-18; Filipenses 4:6
5 Mateus 28:18-20
6 Marcos 1:14-15
7 Colossenses 3:12-13
8 Efésios 4:15
9 Marcos 10:37, 44-45
10 Romanos 12:9-10
11 João 17:21-23
12 I Coríntios 13:4-7
13 Tiago 1:5
14 Filipenses 4:4
15 I Coríntios 9:19-23

nossas crenças

Declaração de Fé

A. Deus, o Rei e a Santíssima Trindade
NÓS CREMOS que Deus é o Rei[1] Eterno[2]. Ele é infinito[3], Espírito[4], imutável[5], perfeito[6] em santidade[7], sabedoria[8], bondade[9], justiça[10], poder[11] e amor[12]. Desde toda a eternidade[13] Ele existe como o Único[14], Vivo[15] e Verdadeiro[16] Deus em três pessoas[17] de única substância[18]: o Pai, o Filho e o Espírito Santo[19], iguais em poder e glória[20].

B. Deus, o Rei: O Criador e Controlador de Todas as Coisas
NÓS CREMOS que o Reino de Deus é eterno[21]. Do Seu trono[22], através de Seu Filho, Sua Palavra[23] eterna, Deus criou[24], sustenta[25] e governa[26] tudo o que existe[27]: as regiões celestiais[28], as hostes angelicais[29] o universo[30], a terra[31], todo ser vivente[32] e os seres humanos[33]. Deus criou todas as coisas muito boas[34].

C. O Falso Reino: Satanás e as Hostes Demoníacas
NÓS CREMOS que Satanás, originalmente um grande e bom anjo, rebelou-se contra Deus, levando consigo uma hoste angelical[35]. Ele foi expulso da presença de Deus e, como usurpador do domínio de Deus estabeleceu um contra reino de trevas[36] e maldade sobre a terra[37].

D. O Reino na Criação, a Queda & a Doutrina do Pecado Original
NÓS CREMOS que Deus criou o homem á Sua imagem, macho e fêmea[38], para relacionarem-se com Ele e governarem a terra[39]. Sob a tentação de satanás[40], nossos primeiros pais caíram da graça[41], trazendo o pecado[42], as enfermidades[43] e o julgamento de Deus, que é a morte sobre a terra[44]. Por causa da queda, Satanás e suas hostes demoníacas obtiveram acesso à boa criação de Deus[45]. A criação agora prova as conseqüências e efeitos do pecado original de Adão[46]. Seres humanos nascem em pecado[47], sujeitos ao julgamento de Deus, que é a morte[48], e cativos do reino Satânico[49] das trevas.

E. A Providência de Deus, a Lei do Reino e os Pactos (Alianças)
NÓS CREMOS que Deus não abandonou seu governo sobre a terra[50], o qual ele continua sustentando pelo seu cuidado[51]. Com o fim de trazer a redenção, Deus estabeleceu alianças[52] que revelaram Sua graça aos pecadores[53]. Na aliança com Abraão, Deus ligou a si mesmo com Seu povo Israel, prometendo livrá-los da escravidão do pecado e de Satanás e abençoar a todas as nações através deles[54].

NÓS CREMOS que como um Rei, Deus posteriormente redimiu seu povo através de atos de poder, da escravidão do Egito[55] e estabeleceu Sua aliança através de Moisés, revelando Sua perfeita vontade e nossa obrigação de cumpri-la[56]. O propósito da lei é corrigir nossa natureza caída[57] e tornar-nos conscientes de nossa responsabilidade moral[58]. Por meio do Espírito de Deus[59], somos convencidos do nosso pecado[60] e do reto juízo de Deus contra nós[61] e somos levados á Cristo para nossa salvação[62].

NÓS CREMOS que quando Israel rejeitou o governo de Deus sobre si como Rei[63], Deus estabeleceu a monarquia em Israel[64] e fez uma aliança incondicional com Davi[65], prometendo que sua herança iria restaurar o governo do Reino de Deus sobre seu povo como o Messias eternamente[66].

F. Cristo, o Mediador e Rei Eterno
NÓS CREMOS que na plenitude dos tempos[67] Deus honrou suas alianças com Israel e Suas promessas proféticas de salvação[68] enviando Seu Filho Unigênito[69], Jesus, ao mundo[70]. Concebido pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria[71], sendo plenamente Deus e plenamente humano em uma pessoa[72], Ele é humanamente como Deus planejou que fôssemos[73]. Jesus foi ungido como Messias de Deus e cheio do Espírito Santo[74], inaugurando o Reino de Deus sobre a terra[75], sobrepujando o reino de Satanás pela sua vitória sobre as tentações[76], pregando as boas novas de salvação[77], curando os enfermos[78], expulsando demônios[79], e ressuscitando os mortos[80]. Reunindo seus discípulos[81], ele reconstituiu o povo[82] de Deus como sua igreja[83] para ser instrumento de Seu Reino[84]. Posteriormente morrendo pelos pecado do mundo[85], Jesus ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia[86], cumprindo a aliança de bênçãos dada a Abraão[87]. Em sua vida sem pecados e perfeita[88] Jesus cumpriu as normas da lei[89], e em sua morte expiatória na cruz[90] Ele recebeu o julgamento de Deus pelo pecado[91], o qual nós merecemos como ofensores da lei[92]. Pela Sua morte na cruz Ele também desarmou os poderes demoníacos[93].

A aliança com Davi foi cumprida com o nascimento de Jesus proveniente da casa de Davi[94], seu ministério Messiânico[95], sua gloriosa ressurreição da morte[96], sua ascensão aos céus e seu governo atual à direita do Pai[97]. Como Filho de Deus e herança de Davi[98], Ele é o eterno Rei e Messias[99], avançando o Reinado de Deus através de todas as gerações em todas as extremidades da terra hoje[100].

G. O Ministério do Espírito Santo
NÓS CREMOS que o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja no Pentecostes em poder[101], batizando os crentes no Corpo de Cristo[102] e distribuindo os dons do Espírito a eles[103]. O Espírito traz a permanente ratificação da presença de Deus para nós[104] para adoração espiritual[105], santificação pessoal[106], edificação da igreja[107], capacitação para o ministério[108] e confrontação do Reino de Satanás[109], através da evangelização do mundo pela proclamação da palavra de Jesus[110] e realização de sua obra[111].

NÓS CREMOS que o Espírito Santo habita em todo crente em Jesus Cristo[112] e que Ele é nosso permanente Ajudador[113], Mestre[114] e Guia[115]. Nós cremos no enchimento ou plenitude do Espírito Santo[116], muitas vezes como uma experiência consciente[117], para o ministério em nossos dias[118]. Nós cremos no ministério do Espírito hoje[119] e no exercício de todos os dons bíblicos do Espírito[120]. Nós praticamos a imposição de mãos para capacitação no Espírito Santo[121], para cura[122] e para reconhecimento e envio de todos aqueles a quem Deus têm ordenado para liderar e servir a Igreja[123].

H. A Suficiência das Escrituras
NÓS CREMOS que o Espírito Santo inspirou os autores humanos das Santas Escrituras[124] e, portanto a Bíblia não contém erros[125] em seus manuscritos originais. Nós recebemos os sessenta e seis livros do Velho e Novo Testamentos[126] como nossa final e absoluta autoridade, a única e infalível regra de fé[127] e prática[128].

I. O Poder do Evangelho Sobre o Reino das Trevas
NÓS CREMOS que todo o mundo está sob a dominação de Satanás[129] e que todos são pecadores por natureza[130] e escolha[131]. Todos estão, portanto sob o justo juízo de Deus[132]. Através da pregação das Boas Novas de Jesus e do Reino de Deus[133] e da obra do Espírito Santo[134], Deus regenera[135], justifica[136], adota[137] e santifica[138] através de Jesus pelo Espírito[139] a todos que se arrependem dos seus pecados[140] e crêem em Jesus Cristo como Senhor[141] e Salvador[142]. Desta forma são libertos do domínio de Satanás e entram no Reino de Deus[143].

J. A Igreja: Instrumento do Reino
NÓS CREMOS em uma Igreja Una[144], Santa[145] e Universal[146]. Todos que se arrependem de seus pecados e confessam Jesus como Senhor e Salvador são regenerados pelo Espírito Santo[147] e passam a fazer parte do Corpo de Cristo[148], do qual Ele é a cabeça[149] e nós somos os membros[150].

K. O Batismo e a Ceia do Senhor
NÓS CREMOS que Jesus Cristo deixou duas ordenanças para a Igreja: Batismo nas águas[151] e a Ceia do Senhor[152]. Ambas são para todos os crentes.

L. O Reino de Deus e o Julgamento Final
NÓS CREMOS que o Reino de Deus veio ao mundo através do ministério de nosso Senhor Jesus Cristo[153], e que continua a vir através do ministério do Espírito Santo por intermédio da igreja[154] e que será consumado na gloriosa, visível e triunfante aparição de Jesus[155] – Seu retorno á terra como Rei[156]. Depois do retorno de Jesus para reinar[157], Ele trará a derrota final de Satanás e todas as suas obras[158], a ressurreição dos mortos[159], o julgamento final[160] e a eterna bênção dos justos e a eterna consciência de punição dos perversos[161]. Finalmente, Deus vai ser tudo em todos[162] e seu Reino e Seu domínio[163] serão completos nos novos céus e nova terra[164], recriados pelo Seu poder, onde Sua retidão habita[165] e na qual Ele será adorado eternamente[166].


Referencias:
[1] Deuteronômio 33:27; Isaías 44:6; Romanos 1:20
[2] Salmo 95:3; Isaías 43:15
[3] Salmo 147:5; Jó 11:7-9
[4] João 4:24
[5] Tiago 1:17
[6] Mateus 5:48
[7] Isaías 6:3; I Pedro1: 15-16
[8] Salmo 104:24; Provérbios 2:6; Isaías 28:29
[9] Êxodo 33:19; Salmo 31:19
[10] Salmo 33:5; Salmo 89:14; Isaías 30:18
[11] Êxodo 15:6; Salmo 63:2
[12] I João 4:8
[13] Isaías 43:13
[14] Isaías 45:5; I Coríntios 8:4
[15] Salmo 42:2; Salmo 84:2
[16] Jeremias 10:10
[17] João 1:18; João 10:30; João 14:9; João 14:16-17; João 14:26; João 15:26; II Coríntios 3:17-18
[18] João 1:1; João 1:14; II Coríntios 3:17
[19] Mateus 28:19-20; II Coríntios 13:14; Apocalipse 1:4
[20] Apocalipse 5:13; Efésios 3:14-21
[21] Salmo 45:6; Salmo 145:13; Daniel 4:3
[22] Salmo 93:1-2
[23] João 1:1-3; I Coríntios 8:6; Colossenses 1:15-16; Hebreus 1:1-2
[24] Gênesis 1:1; Salmo 95:3-5
[25] Colossenses 1:17; Hebreus 1:3
[26] Salmo 103:19; Salmo 104:24-29
[27] Salmo 96:4-6
[28] Salmo 89:11
[29] Salmo 103:20-21
[30] Colossenses 1:16-17
[31] Salmo 104:5
[32] Salmo 103:22
[33] Salmo 22:28; Salmo 47:8
[34] Gênesis 1:31
[35] Apocalipse 12:7-9
[36] II Coríntios 11:14; Colossenses 1:13-14; Efésios 6:12
[37] Marcos 3:22-26; Efésios 2:1-2; I João 5:19
[38] Gênesis 1:26-27
[39] Gênesis 1:26
[40] Gênesis 3:1; Apocalipse 12:9
[41] Gênesis 3:8; Romanos 1:21; Romanos 5:16
[42] Romanos 5:12
[43] João 5:14
[44] I Coríntios 15:22
[45] João 8:44; I João 5:19
[46] Romanos 8:20-23
[47] Salmo 51:5
[48] Ezequiel 18:4; Romanos 2:5; Romanos 2:12; Hebreus 9:7
[49] Gálatas 1:3-5; Gálatas 4:8-9; Colossenses 1:13
[50] Salmo 24:1
[51] Salmo 96:10; Isaías 40:22; Hebreus 1:3
[52] Romanos 9:4
[53] Efésios 2:12
[54] Gênesis 17:3-8; Gênesis 12:2-3; Gênesis 15:4-6; Romanos 4:3-5; Romanos 4:16; Romanos 4:20-25; Gálatas 3:6-9; Gálat 3:13-14
[55] Êxodo 15:3-18;
[56] Êxodo 19:3-6; Êxodo 24:3-4; Êxodo 24:7; Romanos 8:3-4; Romanos 8:12-14
[57] Deuteronômio 5:1-3; Deuteronômio 30:15-18; Gálatas 3:23-25
[58] Salmo 25:8-10; Romanos 7:7
[59] João 15:26; João 16:8-11; II Coríntios 3:14-17
[60] Romanos 7:13; Gálatas 3:19; Gálatas 3:21-22
[61] Romanos 2:1-11
[62] Gálatas 3:24; Filipenses 3:8-9
[63] I Samuel 8:6-8
[64] I Samuel 8:21-22; I Samuel 9:15-16; I Samuel 10:1; I Samuel 10:24
[65] II Samuel 7:11-16; Salmo 89:34-37
[66] Isaías 9:6-7; Isaías 11:1-5; Jeremias 23:5-6; Ezequiel 34:23
[67] Marcos 1:15; Gálatas 4:4
[68] Romanos 1:2-4
[69] João 1:14
[70] João 1:17-18
[71] Lucas 1:30-35
[72] João 1:14; Filipenses 2:5-7
[73] Romanos 5:19; I Coríntios 15:22; I Pedro 2:22; II Coríntios 5:21; Romanos 8:29
[74] Lucas 3:21-22; Lucas 4:16-21
[75] Marcos 1:14-15; Lucas 11:20; Lucas 17:20-21
[76] Lucas 4:1-13
[77] Lucas 4:43
[78] Lucas 4:40
[79] Lucas 4:41
[80] Lucas 7:14-17
[81] Marcos 1:16-17
[82] Marcos 3:13-15
[83] Mateus 16:18
[84] Lucas 9:1-2; Lucas 10:1-17
[85] João 1:19; João 6:51; I João 4:9-10
[86] Marcos 8:31; I Coríntios 15:3-5
[87] Gálatas 3:13 - 14
[88] Atos 3:14-15; Hebreus 4:15
[89] Romanos 5:18-19
[90] I Pedro 2:24
[91] Gálatas 3:13; II Coríntios 5:21
[92] Romanos 1:18; Romanos 1:32; Romanos 2:12; II Tessalonicenses 1:6-10
[93] Colossenses 2:13-15
[94] Mateus 1:1
[95] Lucas 1:68-72; Lucas 2:10-11; Mateus 9:27
[96] Atos 2:24-28
[97] Atos 2:29-36
[98] Romanos 1:1-4
[99] Hebreus 1:1-3
[100] I Coríntios 15:24-26; Efésios 1:19-23; Apocalipse 5:5
[101] Atos 1:8; Atos 2:1-4
[102] I Coríntios 12:13
[103] I Coríntios 12:4-7
[104] João 14:16-17
[105] Romanos 12:1; Efésios 5:18-20
[106] Romanos 8:3-4
[107] I Coríntios 14:12; I Coríntios 14:26
[108] Romanos 12:4-6
[109] Lucas 11:20; João 3:8b
[110] Efésios 6:10-20
[111] João 14:12-13; Romanos 15:18-19; I Coríntios 4:20
[112] Romanos 8:9-10
[113] João 16:7
[114] João 14:26
[115] João 16:13-15; Romanos 8:14
[116] Lucas 24:49; Atos 4:31
[117] Atos 8:18-19; Atos 19:1-2
[118] I Coríntios 2:4-5; II Coríntios 4:7; II Coríntios 6:4-7
[119] Joel 2:28-29; Atos 2:15-17
[120] I Coríntios 12:7-11; I Coríntios 14:1; I Coríntios 14:5; I Tessalonicenses 5:19-21
[121] Atos 8:14-17; Atos 19:6
[122] Marcos 1:41; Lucas 6:18b e 19; Marcos 16:18
[123] Atos 13:1-3; I Timóteo 4:14; II Timóteo 1:6
[124] II Timóteo 3:16-17; II Pedro 1:20-21; I Coríntios 2:12-13; João 14:26
[125] Salmo 19:7-9; Salmo 119:11; Salmo 119:30; Salmo 119:43; Salmo 119:89; Mateus 5:17-18; João 3:34; João 10:35; I Tessalonicenses 2:13; Apocalipse 22:6
[126] Lucas 24:44; II Pedro 3:15-16; Apocalipse 22:18-19
[127] Isaías 40:8; Mateus 24:35
[128] Mateus 7:21; Mateus 7:24; Lucas 1:38; Tiago 1:22-25
[129] Lucas 4:5-7; I João 5:19
[130] I Coríntios 15:22; Efésios 2:1-3
[131] Romanos 1:21-23; Romanos 1:32
[132] Romanos 1:18; Romanos 2:5; II Coríntios 5:10; Efésios 5:6
[133] Marcos 1:14-15; Atos 8:12; Atos 28:31; Efésios 5:5
[134] João 16:7-11
[135] João 3:5-8; I Pedro 1:23
[136] Romanos 5:1-2; Romanos 5:9
[137] Romanos 8:15; Gálatas 4:6
[138] Efésios 5:25; Hebreus 13:12
[139] I Pedro 1:1-2
[140] Atos 2:38
[141] Romanos 10:9
[142] I João 4:13-15
[143] Colossenses 1:13-14; Filipenses 3:20
[144] João 17:20-21; Efésios 4:3-6
[145] I Coríntios 3:16-17
[146] Mateus 16:17-18; I Coríntios 1:2; Efésios 2:18-19; I Pedro 2:9-10
[147] Tito 3:4-7
[148] Romanos 12:4-5
[149] Efésios 1:22; Efésios 5:23
[150] I Coríntios 12:27
[151] Mateus 28:19-20
[152] I Coríntios 11:23-26
[153] Daniel 7:13-14; Mateus 4:23; Mateus 12:28
[154] Mateus 6:10; Mateus 10:7-8; Mateus 24:14; Marcos 13:11; João 15:26-27; Romanos 14:17-18
[155] Marcos 13: 26; Atos 1:9-11; II Tessalonicenses 2:8
[156] Apocalipse 19:11-16
[157] Mateus 25:31-32; I Coríntios 15:23-25
[158] Apocalipse 20:10
[159] I Coríntios 15:51-52
[160] João 5:28-30; Apocalipse 20:11-15
[161] Mateus 25:31-46
[162] I Coríntios 15:24-28
[163] I Timóteo 6:13-16
[164] II Pedro 3:13; Apocalipse 21:5
[165] Apocalipse 21:27
[166] I Timóteo 1:17; Apocalipse 7:9-12

Nossa história

A Vineyard tem suas raízes no Movimento de Jesus, começo dos anos 70. Em 1974, Kenn Gullikson começou em Los Angeles um ministério que estava nos seu coração há muitos anos. Começando como um grupo caseiro de estudo bíblico, a comunidade rapidamente cresceu iniciando outros grupos até formar uma igreja em Bevery Hills.

Deus profeticamente deu o nome de ´Vineyard´ (Vinha) para aquele grupo de pessoas. Músicos, atores, homens de negócio, estudantes, pessoas comuns sedentas por conhecer e experimentar Deus começaram a vir e literalmente milhares receberam Jesus Cristo.

A igreja se reunia em ginásios, na praia e em lares. Um terço da igreja era de judeus – a maioria conheceu Jesus na Vineyard. Deus estava operando, apesar dos enganos e erros, a medida que aquele povo se arriscava a ser parecido com Jesus e a comunicar as Boas Novas.

Muitos casais saíram para começar outras igrejas Vineyard na Califórnia com prioridade em louvor, relacionamento, cura, treinamento e misericórdia.

Em 1982, John Wimber e muitos outros pastores trouxeram suas igrejas para fazer parte da Vineyard, em função da coincidência da visão. Deus havia chamado John para pastorear, treinar e encorajar aqueles pastores naquilo que Deus tinha dado para eles.

Como resultado, Deus levou a Vineyard a abençoar e encorajar igrejas ao redor do mundo, como implantar novas igrejas. A Vineyard tem relacionamentos bastante afinados com outras denominações e pastores nas Américas, Europa, África e Ásia. A maioria desses relacionamentos através do ministério pessoal de John Wimber.

Deus, portando, tem mostrando que seu desejo para nós não é apenas de edificar a Vineyard, mas buscar Seu Reino e vê-Lo edificar Sua Igreja. Somos abençoados para sermos uma benção, amar o que Ele ama e dar de nós mesmos generosamente, não somente para ganhar os perdidos, mas para ver Sua Igreja renovada.

Em novembro de 1997, John Wimber faleceu, mas seu sonho para a Vineyard permanece, que é de buscar a Deus e cooperar com ele na implantação de Seu Reino.

Vineyard não é uma denominação, mas uma associação de igrejas, que cultivam os mesmos valores e princípios, sem abrir mão de sua individualidade.

É um movimento crescente de igrejas que busca combinar o melhor dos Evangélicos Tradicionais - ensino da Palavra de Deus - com o melhor dos Carismáticos e Pentecostais - manifestação do Espírito Santo.

As igrejas Vineyard nasceram do desejo de atender a necessidade contemporânea de um enfoque mais Cristocêntrico para o poder do Espírito Santo.

A Associação das Igrejas Vineyard foi fundada por John Wimber e reúne hoje mais de 1000 igrejas ao redor do mundo.

As igrejas Vineyard tipicamente enfatizam:

• Ensino Bíblico
• Adoração contemporânea
• A centralidade de Cristo
• Misericórdia, compaixão e graça
• Preocupação com o necessitado
• Oração pelos enfermos
• Respeito pelo Corpo de Cristo, com um todo
• Treinamento e aperfeiçoamento dos santos para o ministério
• Grupos caseiros

No Brasil as primeiras igrejas Vineyard surgiram no final dos anos 90,fruto do relacionamento de pastores brasileiros com igrejas Vineyard dos Estados Unidos. Líderes do Movimento como Bob Fulton e Mark Fields fizerem suas primeiras visitas ao país, conectando estas iniciativas e relacionamentos a partir de 1999.

As primeiras igrejas Vineyard a surgirem no Brasil, foram Piratininga e Bauru. Ao longo dos anos outras igrejas foram adotadas e as primeiras plantações nacionais de igrejas começaram a acontecer.

Em 2001, organizou-se a Vineyard Music Brasil, para documentar a grande influência da música da Vineyard no país e gravou-se o primeiro álbum genuinamente nacional com traduções de músicas internacionais, na voz de integrantes das igrejas brasileiras. As músicas tornaram-se conhecidas em todo território nacional e em outros países de língua portuguesa.

Para integrar as diversas igrejas espalhadas pelo país surgiu o InterVinha em 2002, um encontro nacional de pastores e líderes. O primero foi realizado em 2001, na cidade de Curitiba.

Em 2004, juntaram-se ao Movimento no Brasil as igrejas da Vinha na região Xingu, que haviam sido plantadas em parceria com igrejas da Vineyard nos Estados Unidos e que a partir de Altamira, PA, têm alcançado dezenas de comunidades naquela área. Nascia naquele ano também a primeira Equipe Nacional de Coordenação.

O desenvolvimento das igrejas no Brasil trouxe a necessidade de treinamento e capacitação, dando origem em 2005 ao Instituto Bíblico Vinha Brasil, oferecendo cursos e escolas para pastores e líderes.

Abaixo um breve resumo da nossa história até aqui:

1996 Primeiros contatos (Los Angeles, Atlanta, Cincinatti)
1997/98 Conferências (São Paulo, Belo Horizonte)
1998 Primeiras igrejas (Piratininga, Bauru)
1999 Conectando os líderes (Mark Fields)
2001 InterVinha Curitiba
2001 Vineyard Music Brasil (álbum ‘Vem, esta é a hora’)
2002 InterVinha Bauru
2003 InterVinha Rio Claro
2004 InterVinha Brasília / Igrejas da Vinha no Xingu / Equipe Nacional de Coordenação
2005 InterVinha Belo Horizonte / Instituto Bíblico Vinha Brasil
2006 Reunião de Líderes em Brasília
2007 InterVinha Regional: Campinas / Altamira
2008 InterVinha Xingu

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Um blog da Vinha Brasil

Sejam bem-vindos. Este é mais um canal de comunicação e interação da Vineyard no Brasil.